Outra vez a mesma pergunta que ouvi konhme ecoou pela alegria e pela tristeza em voz femínea.
A minha boca se abriu com a intenção de permitir que um grito, um ruído, ou mesmo dar licença a algumas palavras identificáveis, saíssem da vontade que me encorajava a responder a pergunta pronunciada pela voz femínea e desconhecida.
A princípio pensei que respondendo-a encontraria com rapidez as ruas de Nesemix. Meus equívocos começaram a produzir sons na minha mente. A boca foi se fechando como se procurasse o meu silêncio. Achou-o zelando a solidão.
Exata e infestada de insetos a solidão me cobriu com os seus pedaços inteiros. Sentia-se como se estivesse em uma rua da amargura totalmente ladeada por insetos e pela ausência de Nesemix. Pedi com instância a Eudaips pedras que pudessem me suportar. Agarrei-me a elas dando-me tempos de descanso. Suava sem sofrer a ação do calor ou do frio. Os sons mentais me machucavam. Sem manifestar qualquer dúvida eu faria qualquer coisa para exterminá-los. Ficaria cego ou cairia em um jardim. Se eu ficasse cego perderia as paisagens liboririntáticas e o rumo de Nesemix; se a queda me levasse a um jardim correria o risco de envenenar as flores ou ser envenenado por elas.
- Nada de cegueira ou queda. Tenho mesmo é de quebrar esta súbita solidão. -pensei fingindo que doava a minha boca aos insetos.
Principiei a acreditar que eu estava sendo enfeitiçado pela autonomia da personalidade da caverna onde eu me achava e por Redag Cernka. Talvez se eu gritasse bem alto a solidão se assustaria e fosse embora de mim. E se a solidão desaparecesse o feitiço se anularia. Desgarrei-me das pedras porque os suores se calaram. O meu corpo experimentou o particípio do verbo descansar. Levantei-me o mais rápido que pude assim também se portou a insistência da voz femínea.
- Quem vem lá?
- Rúbio Talma Pertinax, o abduzido do planeta Terra! Procuro o caminho que me conduzirá a Nesemix.
As pedras se moveram. Uma claridade me cegou por um instante. Quando a minha visão se normalizou vi as pedras se afastarem. Um jardim surgiu no interior da caverna. Ao lado das flores tão diferentes das flores que saíram dos olhos de Lincib Onbsaor, o franyzdno, a dona da voz femínea que me passava a impressão de estar se escondendo apareceu. Não tínhamos como nos evitar. Andei decidido em sua direção. Ela agiu exatamente igual. Aproximamo-nos um do outro. Em seu rosto notei a presença de poeira.
- Gritador duoef, sou Anuj Liars, a sdaryalind. A solidão foi embora porque a danada não achou em vós lugar onde ela pudesse ter a certeza de que o duoef seria o lugar correto onde ela conseguiria se estabelecer. Enquanto as dúvidas existirem a solidão poderá em qualquer ser ou lugar retornar.
- A danada, como você diz, deve ter ido mesmo embora porque me sinto bem melhor. Posso até dizer que estou me sentindo uma pantomima da claridade deste jardim.
- Fisionômico duoef, a claridade e o jardim eu trouxe, deixa eu dizer assim, de outro planeta. Contudo, nasci mesmo em uma cidade chamada Ganagau. Caminhei e caminho tanto por Liboririm que ultrapasso os andarilhos comuns. Minha alma não está pagando penas. Em relação ao duoef posso vos falar que encontrar Nesemix é o vosso destino e o caminho não vos faltará.
Havia sim uma energia positiva ao redor de Anuj Liars. Seus trejeitos de levadora de notícias não lhe tirava a feminilidade. Seus cabelos eram escuros, mas pareciam vermelhos. Durante a minha permanência com ela pude ouvi-la a falar coisas incríveis sobre um qeroierl liboririntáqueo chamado Vlamua Trien. O qeroierl, segundo as palavras da sdaryalind, habitava nos drunhs atuais o interior das cavernas de Redag Cernka. E Anuj Liars estava se dirigindo ao encontro de Vlamua Trien quando nos deparamos um com o outro.
- Igual duoef, ainda sobre a claridade e o jardim desejo vos informar que nem ela nem ele são reais, embora, aproveite para vê-los e senti-los, sejam verdadeiros.
Nas palavras da sdaryalind não havia erros. Quando a claridade e o jardim sumiram da caverna compreendi duas coisas. A primeira coisa foi que a sdaryalind não me levaria ao caminho de Nesemix e sim à presença de Vlamua Trien, e depois que chegássemos à caverna do qeroierl a liboririntáquea não teria lembrança do lugar onde me deixaria. Nesse momento nos perderíamos; a segunda coisa que entendi em Anuj Liars é que se ela fosse uma terráquea seria tachada de viver no mundo da Lua.
Surpreendente era que todos os caminhos de Anuj Liars me interessavam. Da mesma forma o caminho que haveríamos de percorrer até Vlamua Trien. Eu poderia chegar a Nesemix em outro drunh. A companhia da sdaryalind era prazerosa. Os meus caminhos também não eram indiferentes para a caminhante liboririntáquea. Senti em minha mente e no meu coração que Anuj Liars não havia sido enviada pelo Conselho Esclabrim, Setor de Imigração, Comando Apagogia e nem pelos Anjos do Vale das Pressagias. Ela estava em Redag Cernka porque desejou estar.
Haveria destino em Liboririm? Não sei a resposta. Nunca saberei. Torci, caso houvesse destino em Liboririm, para que ele não padecesse de transtorno bipolar.
- Nada de cegueira ou queda. Tenho mesmo é de quebrar esta súbita solidão. -pensei fingindo que doava a minha boca aos insetos.
Principiei a acreditar que eu estava sendo enfeitiçado pela autonomia da personalidade da caverna onde eu me achava e por Redag Cernka. Talvez se eu gritasse bem alto a solidão se assustaria e fosse embora de mim. E se a solidão desaparecesse o feitiço se anularia. Desgarrei-me das pedras porque os suores se calaram. O meu corpo experimentou o particípio do verbo descansar. Levantei-me o mais rápido que pude assim também se portou a insistência da voz femínea.
- Quem vem lá?
- Rúbio Talma Pertinax, o abduzido do planeta Terra! Procuro o caminho que me conduzirá a Nesemix.
As pedras se moveram. Uma claridade me cegou por um instante. Quando a minha visão se normalizou vi as pedras se afastarem. Um jardim surgiu no interior da caverna. Ao lado das flores tão diferentes das flores que saíram dos olhos de Lincib Onbsaor, o franyzdno, a dona da voz femínea que me passava a impressão de estar se escondendo apareceu. Não tínhamos como nos evitar. Andei decidido em sua direção. Ela agiu exatamente igual. Aproximamo-nos um do outro. Em seu rosto notei a presença de poeira.
- Gritador duoef, sou Anuj Liars, a sdaryalind. A solidão foi embora porque a danada não achou em vós lugar onde ela pudesse ter a certeza de que o duoef seria o lugar correto onde ela conseguiria se estabelecer. Enquanto as dúvidas existirem a solidão poderá em qualquer ser ou lugar retornar.
- A danada, como você diz, deve ter ido mesmo embora porque me sinto bem melhor. Posso até dizer que estou me sentindo uma pantomima da claridade deste jardim.
- Fisionômico duoef, a claridade e o jardim eu trouxe, deixa eu dizer assim, de outro planeta. Contudo, nasci mesmo em uma cidade chamada Ganagau. Caminhei e caminho tanto por Liboririm que ultrapasso os andarilhos comuns. Minha alma não está pagando penas. Em relação ao duoef posso vos falar que encontrar Nesemix é o vosso destino e o caminho não vos faltará.
Havia sim uma energia positiva ao redor de Anuj Liars. Seus trejeitos de levadora de notícias não lhe tirava a feminilidade. Seus cabelos eram escuros, mas pareciam vermelhos. Durante a minha permanência com ela pude ouvi-la a falar coisas incríveis sobre um qeroierl liboririntáqueo chamado Vlamua Trien. O qeroierl, segundo as palavras da sdaryalind, habitava nos drunhs atuais o interior das cavernas de Redag Cernka. E Anuj Liars estava se dirigindo ao encontro de Vlamua Trien quando nos deparamos um com o outro.
- Igual duoef, ainda sobre a claridade e o jardim desejo vos informar que nem ela nem ele são reais, embora, aproveite para vê-los e senti-los, sejam verdadeiros.
Nas palavras da sdaryalind não havia erros. Quando a claridade e o jardim sumiram da caverna compreendi duas coisas. A primeira coisa foi que a sdaryalind não me levaria ao caminho de Nesemix e sim à presença de Vlamua Trien, e depois que chegássemos à caverna do qeroierl a liboririntáquea não teria lembrança do lugar onde me deixaria. Nesse momento nos perderíamos; a segunda coisa que entendi em Anuj Liars é que se ela fosse uma terráquea seria tachada de viver no mundo da Lua.
Surpreendente era que todos os caminhos de Anuj Liars me interessavam. Da mesma forma o caminho que haveríamos de percorrer até Vlamua Trien. Eu poderia chegar a Nesemix em outro drunh. A companhia da sdaryalind era prazerosa. Os meus caminhos também não eram indiferentes para a caminhante liboririntáquea. Senti em minha mente e no meu coração que Anuj Liars não havia sido enviada pelo Conselho Esclabrim, Setor de Imigração, Comando Apagogia e nem pelos Anjos do Vale das Pressagias. Ela estava em Redag Cernka porque desejou estar.
Haveria destino em Liboririm? Não sei a resposta. Nunca saberei. Torci, caso houvesse destino em Liboririm, para que ele não padecesse de transtorno bipolar.
