Exultava o bem-estar que eu sentia. O traje a rigor que eu usava se alinhava perfeitamente ao meu corpo. Os sapatos que eu calçava pareciam nuvens de tão macios e confortáveis que eram.
Sios Ujerte no mesmo impulso de me fazer girar dentro dos reflexos dos espelhos da Sapataria Dlemolebal seguiu a rota da despedida que ele sabia ser chegada a ocasião. Enquanto girava eu via os movimentos faciais do quavanju expressarem o adeus. Uma centelha de tristeza dobrou-se no meu pulso. Mas foi apenas isso. Meu espírito sobrepujou a lástima. Não me deixei laçar pela algoz impossibilidade de trazer o passado de volta.
Distanciei-me da Sapataria Dlemolebal e dos reflexos dos seus espelhos. De repente os giros se aquietaram. Vi-me colocado diante de um grandioso casarão. Dei alguns passos e toquei com os dedos, mãos calmas, o gradil de peças multicoloridas, faiscantes, que resguardava aquela construção opulenta. Impressionou-me o casaréu com jeito de palácio. Possuía características futuristas inomináveis. Por outro lado o palácio com feitio de casarão mantinha acesas nos detalhes arquitetônicos as suntuosidades artísticas da antiguidade liboririntática. Confesso que observei na edificação detalhes arquitetônicos cujos elementos desfrutavam de significados e ideias que me atrelaram aos estilos e técnicas dos gregos e latinos.
Extasiado penetrei nos jardins das flores metálicas que ornamentavam as entradas do salão principal do Clube Vhiszer. O baile estava por começar. Ao ouvir o som partido dos instrumentos musicais não tive dúvidas de que a orquestra se encontrava praticamente pronta para desenvolver com virtuose o repertório.
A paz de Eudaips me acolheu. Assim como aconteceu no show de Terima Ansom, a cantora da cavidade vermelha, me foi permitido manter contato visual com todos os liboririntáqueos presentes no Baile da Celebração do Princípio da Finitude Liboririntática ou simplesmente o Alelab, como me dissera o quavanju. Alegrei-me ao ver os liboririntáqueos. Perceber a diversidade estabelecida entre eles. Estavam exuberantes, animados. E eles me sorriam à maneira liboririntática: a tacicriz se espicha horizontalmente, os olhos se iluminam em aumentos de dimensões e a cabeça faz um movimento vertical de cima para baixo.
Outra vez vieram à minha mente palavras proferidas pelo quavanju:
- ...quando há no salão a presença de um abduzido caberá a ele "abrir o baile" dançando com a liboririntáquea que na sua escolha, forma particular de ver e sentir, é a mais formosa e elegantemente vestida...
Silêncio. A orquestra terminou as afinações instrumentais. Todos os liboririntáqueos presentes no Clube Vhiszer me olharam. Assim que senti os seus olhares nos meus sapatos o meu olhar se deparou com uma escadaria monumental. Tomado por um grande prazer dos sentidos alcancei o último degrau da larga escadaria. Meus pés se aproximaram de uma sombra no instante em que não tive a certeza na existência daquela escadaria. Percorri o perímetro da sombra até encontrar a entrada de luz. A claridade não se procedia de um corpo celeste. Originava-se de uma formosa e elegantemente vestida liboririntáquea.
Ofereci-lhe a minha mão, dedos calmos. Aenq Quickoby não a recusou. À medida em que nossas mãos se davam uma a outra a escadaria derreteu-se levando-nos à mesma altura dos outros convidados. Abracei o corpo da minha favorita. Repleta de possibilidades harmônicas e rica em timbres a orquestra percebeu que a minha escolha se efetivou. Executou uma das mais belas peças que já ouvi em toda a minha vida. Dancei com a bela e virtuosa Aenq Quickoby como se o piso da grande sala do Clube Vhiszer fosse campos gerais.
E o Alelab então começou sem hora ou drunh para acabar.
Distanciei-me da Sapataria Dlemolebal e dos reflexos dos seus espelhos. De repente os giros se aquietaram. Vi-me colocado diante de um grandioso casarão. Dei alguns passos e toquei com os dedos, mãos calmas, o gradil de peças multicoloridas, faiscantes, que resguardava aquela construção opulenta. Impressionou-me o casaréu com jeito de palácio. Possuía características futuristas inomináveis. Por outro lado o palácio com feitio de casarão mantinha acesas nos detalhes arquitetônicos as suntuosidades artísticas da antiguidade liboririntática. Confesso que observei na edificação detalhes arquitetônicos cujos elementos desfrutavam de significados e ideias que me atrelaram aos estilos e técnicas dos gregos e latinos.
Extasiado penetrei nos jardins das flores metálicas que ornamentavam as entradas do salão principal do Clube Vhiszer. O baile estava por começar. Ao ouvir o som partido dos instrumentos musicais não tive dúvidas de que a orquestra se encontrava praticamente pronta para desenvolver com virtuose o repertório.
A paz de Eudaips me acolheu. Assim como aconteceu no show de Terima Ansom, a cantora da cavidade vermelha, me foi permitido manter contato visual com todos os liboririntáqueos presentes no Baile da Celebração do Princípio da Finitude Liboririntática ou simplesmente o Alelab, como me dissera o quavanju. Alegrei-me ao ver os liboririntáqueos. Perceber a diversidade estabelecida entre eles. Estavam exuberantes, animados. E eles me sorriam à maneira liboririntática: a tacicriz se espicha horizontalmente, os olhos se iluminam em aumentos de dimensões e a cabeça faz um movimento vertical de cima para baixo.
Outra vez vieram à minha mente palavras proferidas pelo quavanju:
- ...quando há no salão a presença de um abduzido caberá a ele "abrir o baile" dançando com a liboririntáquea que na sua escolha, forma particular de ver e sentir, é a mais formosa e elegantemente vestida...
Silêncio. A orquestra terminou as afinações instrumentais. Todos os liboririntáqueos presentes no Clube Vhiszer me olharam. Assim que senti os seus olhares nos meus sapatos o meu olhar se deparou com uma escadaria monumental. Tomado por um grande prazer dos sentidos alcancei o último degrau da larga escadaria. Meus pés se aproximaram de uma sombra no instante em que não tive a certeza na existência daquela escadaria. Percorri o perímetro da sombra até encontrar a entrada de luz. A claridade não se procedia de um corpo celeste. Originava-se de uma formosa e elegantemente vestida liboririntáquea.
Ofereci-lhe a minha mão, dedos calmos. Aenq Quickoby não a recusou. À medida em que nossas mãos se davam uma a outra a escadaria derreteu-se levando-nos à mesma altura dos outros convidados. Abracei o corpo da minha favorita. Repleta de possibilidades harmônicas e rica em timbres a orquestra percebeu que a minha escolha se efetivou. Executou uma das mais belas peças que já ouvi em toda a minha vida. Dancei com a bela e virtuosa Aenq Quickoby como se o piso da grande sala do Clube Vhiszer fosse campos gerais.
E o Alelab então começou sem hora ou drunh para acabar.
