Quando disse a Icky Manan que eu era o piloto da nave IMTAGONX me senti atrasado no tempo liboririntático. Então Icky Manan contou-me um dos seus sonhos e o tempo se projetou adiante.
- Regulador duoef, no meu sonho o céu possuía a profundidade do Rio Ojand. De dentro da minha nave eu assistia o espetáculo das estrelas. Os instrumentos de navegação me mostravam em alto-relevo as cidades que a nave sobrevoava. Num certo momento de sonho as estrelas deram lugar às nuvens. De repente me senti triste. Comecei a chorar. Lágrimas se multiplicaram. Viraram tempestade. Cercado pelas invisibilidades geradas pelas obscuras nuvens do temporal eu prossegui na pilotagem da nave. No sonho, o Rio Ojand se tornara revolto. Nada me salvaria do infortúnio. Sonhando caí em intensa dor de tristeza. Por instante achei que tudo se perdera. Escutei melodia misturada a sons parecidos com os provocados por uma marreta a bater em parede. Procurei me concentrar nessa melodia de cabeças quadradas. Quanto mais me distanciava dos barulhos causados pela imaginária marreta mais o sonho me conduzia para longe das nuvens e das lágrimas. Se o céu estrelado retornou ao sonho não me lembro. Afirmo apenas que a sonhar cheguei ao destino do meu voo.
- Sou duoef, o piloto.
- Quem sois vós?
Sem dúvidas me aproximei cada vez mais da IMTAGONX. Percebi que Icky Manan retirava da parte externa da nave algumas manchas. Seu trabalho chegava ao fim. O waalbe amerot injetava uma substância oleosa nas "artérias" da IMTAGONX. E todas as vezes em que os meus passos não mediam distâncias entre a nave e o meu corpo as manchas desapareciam.
Aconteceu de repente o silêncio. Foi como se uma porta que se deixou abrir afim de que o recolhimento do vento se materializasse para que esse mesmo vento em foroacs trouxesse as presenças inusitadas de draoels, zalivanis. Esses animais passaram várias vezes ao redor da IMTAGONX em silêncio.
Icky Manan ao ver os animais tão próximos dos seus sonhos retirou de dentro do bolso uma ufzac. Levantou-a com tanta força que o cortante instrumento escapuliu da sua mão e voou tão alto que atingiu as nuvens. Os sóis iluminaram a IMTAGONX. Os animais emitiram seus grunhidos característicos, peculiares. Enquanto a ufzac descia das nuvens em direção a Icky Manan fui levado por aqueles animais ao interior da espaçonave reparada, atualizada. Assim que o avanço ofereceu-me a parte interior da IMTAGONX os liboririntáticos animais foram embora ao atravessarem uma porta construída pelo vento. Os foroacs se abraçaram aos overebuts. O tempo fez a ufzac pousar na mão erguida do waalbe amerot que a recolocou no bolso.
Para os controles daquela nave olhei fixo. Recebi de Icky Manan instruções novas de como pilotar IMTAGONX. No decorrer dos esclarecimentos e ensinamentos do liboririntáqueo humilde, sincero, manifesto minha voz de modo leve soou sem obstáculos:
- E os animais...
Nunca soube direito se perguntei ou se afirmei, se desejei que os animais permanecessem ou se quis os animais distantes da IMTAGONX.
- Quem sois vós?
- Sou duoef, o piloto.
- Habilitado duoef, antes que vós partas para a Esfera Brilhante, cidade de Yurryczyarx, contarei um outro sonho que tive. O céu possuía a cor cinza. Eu me detivera numa pequena janela à frente do Rio Ojand. Larga rua se formou rente às águas do rio. Liboririntáqueos transitavam nessa rua. Naves espaciais brotavam do céu. Pouco a pouco o cinza se tornou preto. Era a noite que corria no rumo do meu sonho. Luzes se acenderam na extensão do Rio Ojand. As naves pousaram na referida rua. A essa rua o sonho deu o nome de Rua Trehurvy. Vieram também as luzes das estrelas. Assim consegui ver que os liboririntáqueos transeuntes traziam consigo draoels e zalivanis. Os selvagens animais suscitaram em mim admiração. Quando me sonhei fora da pequena janela retornei ao meu quarto. Deitei-me na cama lentamente arrumada. Cansado logo adormeci. Duoef, realize excelente viagem à Yurryczyarx. Vosso voo à Esfera Brilhante começou!
Icky Manan, o waalbe amerot, foi ficando distante. Não pude mais encontrá-lo. Desapareceu por completo dos arredores desmedidos da IMTAGONX.
Eu pilotei a nave por incontável tempo liboririntático, um incomensurável no tempo de. Senti solidões. No mesmo sentimento tudo o que eu sentia não era solidão.
- Sumido duoef, muito tempo faz que o amigo não vem a Yurryczyarx. Recorda-se de mim? Os sóis da Esfera Brilhante continuam os sóis da Esfera Brilhante. O duoef lembra ou não se lembra de mim? Sou Troort Nalog, o lde sesil tmo rulyrdnil.
- Regulador duoef, no meu sonho o céu possuía a profundidade do Rio Ojand. De dentro da minha nave eu assistia o espetáculo das estrelas. Os instrumentos de navegação me mostravam em alto-relevo as cidades que a nave sobrevoava. Num certo momento de sonho as estrelas deram lugar às nuvens. De repente me senti triste. Comecei a chorar. Lágrimas se multiplicaram. Viraram tempestade. Cercado pelas invisibilidades geradas pelas obscuras nuvens do temporal eu prossegui na pilotagem da nave. No sonho, o Rio Ojand se tornara revolto. Nada me salvaria do infortúnio. Sonhando caí em intensa dor de tristeza. Por instante achei que tudo se perdera. Escutei melodia misturada a sons parecidos com os provocados por uma marreta a bater em parede. Procurei me concentrar nessa melodia de cabeças quadradas. Quanto mais me distanciava dos barulhos causados pela imaginária marreta mais o sonho me conduzia para longe das nuvens e das lágrimas. Se o céu estrelado retornou ao sonho não me lembro. Afirmo apenas que a sonhar cheguei ao destino do meu voo.
- Sou duoef, o piloto.
- Quem sois vós?
Sem dúvidas me aproximei cada vez mais da IMTAGONX. Percebi que Icky Manan retirava da parte externa da nave algumas manchas. Seu trabalho chegava ao fim. O waalbe amerot injetava uma substância oleosa nas "artérias" da IMTAGONX. E todas as vezes em que os meus passos não mediam distâncias entre a nave e o meu corpo as manchas desapareciam.
Aconteceu de repente o silêncio. Foi como se uma porta que se deixou abrir afim de que o recolhimento do vento se materializasse para que esse mesmo vento em foroacs trouxesse as presenças inusitadas de draoels, zalivanis. Esses animais passaram várias vezes ao redor da IMTAGONX em silêncio.
Icky Manan ao ver os animais tão próximos dos seus sonhos retirou de dentro do bolso uma ufzac. Levantou-a com tanta força que o cortante instrumento escapuliu da sua mão e voou tão alto que atingiu as nuvens. Os sóis iluminaram a IMTAGONX. Os animais emitiram seus grunhidos característicos, peculiares. Enquanto a ufzac descia das nuvens em direção a Icky Manan fui levado por aqueles animais ao interior da espaçonave reparada, atualizada. Assim que o avanço ofereceu-me a parte interior da IMTAGONX os liboririntáticos animais foram embora ao atravessarem uma porta construída pelo vento. Os foroacs se abraçaram aos overebuts. O tempo fez a ufzac pousar na mão erguida do waalbe amerot que a recolocou no bolso.
Para os controles daquela nave olhei fixo. Recebi de Icky Manan instruções novas de como pilotar IMTAGONX. No decorrer dos esclarecimentos e ensinamentos do liboririntáqueo humilde, sincero, manifesto minha voz de modo leve soou sem obstáculos:
- E os animais...
Nunca soube direito se perguntei ou se afirmei, se desejei que os animais permanecessem ou se quis os animais distantes da IMTAGONX.
- Quem sois vós?
- Sou duoef, o piloto.
- Habilitado duoef, antes que vós partas para a Esfera Brilhante, cidade de Yurryczyarx, contarei um outro sonho que tive. O céu possuía a cor cinza. Eu me detivera numa pequena janela à frente do Rio Ojand. Larga rua se formou rente às águas do rio. Liboririntáqueos transitavam nessa rua. Naves espaciais brotavam do céu. Pouco a pouco o cinza se tornou preto. Era a noite que corria no rumo do meu sonho. Luzes se acenderam na extensão do Rio Ojand. As naves pousaram na referida rua. A essa rua o sonho deu o nome de Rua Trehurvy. Vieram também as luzes das estrelas. Assim consegui ver que os liboririntáqueos transeuntes traziam consigo draoels e zalivanis. Os selvagens animais suscitaram em mim admiração. Quando me sonhei fora da pequena janela retornei ao meu quarto. Deitei-me na cama lentamente arrumada. Cansado logo adormeci. Duoef, realize excelente viagem à Yurryczyarx. Vosso voo à Esfera Brilhante começou!
| TROORT NALOG, O LDE SESIL TMO RULYRDNIL |
- Sumido duoef, muito tempo faz que o amigo não vem a Yurryczyarx. Recorda-se de mim? Os sóis da Esfera Brilhante continuam os sóis da Esfera Brilhante. O duoef lembra ou não se lembra de mim? Sou Troort Nalog, o lde sesil tmo rulyrdnil.