SLIDOAN AVAR, O ANCIÃO 3 DO CONSELHO ESCLABRIM

SLIDOAN AVAR
- "Meu nome é Slidoan Avar. Moro em diversas cidades e em uma única casa. Não tenho momento certo para entrar na minha residência. Agora mesmo posso estar em Nesemix ou até mesmo em Silonur. Num drunh recente ou antigo eu estava no meu quarto lendo as minhas correspondências. Como o ambiente se escurecia devido à chegada paulatina da noite nesemixiana me dirigi à janela com a intenção de abri-la e aproveitar a claridade derradeira dos sóis. Imediatamente fui visto pelo abduzido Rúbio Talma Pertinax, que passava pela rua. O terráqueo trajava uma vestimenta com as cores vermelho e preto. Rúbio Talma Pertinax também me vira, porém ainda não havia me descoberto. Passaram-se alguns drunhs depois desse acontecimento. Eu sempre o via. O duoef pensava muito em destinos terrestres e destinos liboririntáqueos. Além disso, ouvia vozes de flores. Foi nesse tempo que ele me descobriu. Aconteceu a descoberta num drunh de rara beleza. Descobriu-me quando por algum motivo veementemente humano ele se lembrou de um poeta terráqueo chamado Manoel Bandeira. Abriu uma das janelas da sua casa e me viu. Ao me ver diante dele talvez tenha o duoef perdido a sequência das recordações que estava tendo desse poeta brasileiro. Caso suas memórias tivessem mesmo se partido confiei que o abduzido conseguiria trazê-las de volta. Contei-lhe do seu renascimento prestes a ocorrer. Falei-lhe sobre os nove sentidos liboririntáticos. O duoef me disse que sabia muito bem esperar. E por gostar de Liboririm como gostava saberia esperar sem ansiedades o drunh no qual regressaria ao planeta Terra. Antes de deixar a casa da Rua Hesb onde morava Rúbio Talma Pertinax o aconselhei a não perder a graça da caminhada certa. Também lhe disse que um drapli entraria em breve naquela casa batendo as asas com entusiasmo".