- Quem sabe eu dê frutos no futuro. -pensei como se Deus e Eudaips tivessem plantado em mim forças vitoriosas e decisões definitivas.
Meus silêncios dissertavam sobre as minhas dualidades. Ouvia-o com os interesses de quem sabia decidir. Do mesmo modo o escutava com os riscos idênticos às infantilidades autênticas de Gine Reggosy, a staasbgnilfy.
Ter ficado próximo de Gine Reggosy tal qual fiquei por tão curto tempo de Deus e tão longo tempo de Eudaips fez com que eu tivesse uma reação intensa. Fui lançado a convicções subjetivamente irremovíveis e a crenças absolutamente inabaláveis acompanhadas de afetividades agradáveis aos sentidos.
Ainda deitado e acompanhando visualmente as claridades provenientes do amanhecer do novo drunh relatava aos silêncios que eu não possuía filhos, que a minha mãe se desdobrava em seus funcionalismos públicos e que o meu pai mesmo quando se divergia do meu destino me causava saudades.
As claridades pareciam querer chegar ao auge do otyem-drunh. Ao pular para fora do leito eu estava a um passo de me encher de timidez, acanhamento, vergonha devido à minha permanência por pouco incontrolável na cama.
- Não ter filhos de certa forma me faz sentir falho. Por outro lado não nego que a ausência deles não me torna vazio. Sinto-me até liberto. -falei aos meus silêncios arriscando colorir as negligências e temer os erros.
Minha demora em sair da cama não era invento para evitar minha entrada no habateni. Kohme não era precisamente em Liboririm o tempo que passou. Insegogu, o novo drunh, esse sim se encaixava perfeito no konhme. Naquela manhã ao entrar no habateni constatei que na parede fora colocado um espelho novo. Era um espelho jovem, acabado de ser feito. A vontade de experimentá-lo me buliu insistente. Meus cotovelos se mexeram. Meus dedos deslizaram sobre a tenra idade daqueles reflexos. Observei a imagem do meu rosto amanhecido.
- Este rosto com certeza é o meu! -confirmei.
Por ser o rosto o meu ele estava velho. Não me espantei ao vê-lo iniciar no espelho o próprio nascer. Entre o nascimento e a velhice busquei no rosto semelhanças com as recordações que eu guardava do rosto do meu pai. Para cada parecença achada eu fazia uma festa íntima permeada de sentimentos entusiasmados.
- Você, meu filho, precisa abandonar os silêncios. Afinal ainda neste ano você se formará em Jornalismo. -leu em meus olhos o meu pai em certa manhã. Estávamos dentro do seu carro, um inalcançável Corcel verde-turquesa com teto revestido de vinil.
O meu rosto molhado foi se afastando do espelho. Fechei a torneira do vaso de metal para líquidos. Ao sair do habateni resolvi não ir às ruas de Nesemix. Ficaria em casa. O otyem-drunh modificou os seus brilhos. Cinematográfico deu o seu lugar à tarde.
Todas as coisas externas aos meus pensamentos estavam tranquilas. Assim mesmo tentei limpar alguns objetos decorativos com uma leflalat que encontrei na gaveta central do armário da cozinha. A minha tentativa de limpeza dos objetos decorativos não foi adiante. Principiei a ter lembrança constante do meu pai. Dava ares de trailer de um filme sem reapresentação.
A tarde é diferente da manhã. Por esta razão a tarde queria preparar um banquete. Eu achava que o meu pai estava vivo não obstante ele estar morto. Outrossim descobria que mesmo morto o meu pai voltou a viver.
- Nada de banquetes! Minha fome não chega a tanto! -gritei ao abrir a janela da sala.
A noite devorou a tarde. Ouvi um barulho proveniente da rua. Da janela da sala vi um veículo provido de motor cujo design me lembrou um veículo terrestre, sabe-se lá um Jeep, estacionar em frente da minha casa liboririntática. Ao ver o passageiro do carro tive a impressão de ser o passageiro o meu pai.
- Preciso ir lá fora. -pensei como se Eudaips e Deus tivessem me presenteado com prosseguimentos e desafios.
Ultrapassei o xyddrar. A aparência do veículo com um Jeep era notória. Porém o veículo não era um Jeep. O passageiro não se encontrava mais no interior no automóvel nem no exterior dos meus pensamentos. Procurei o chofer. Ele ao me ver se soltou do interior do veículo.
- Filial duoef, acho que alguma peça se afrouxou no lado dianteiro deste carro. Ah, sim, sou Jew Srit, o maticwa. Melhor que eu aperte o que se afrouxou caso contrário o transporte não funciona.
O maticwa ao chegar na extremidade frontal do carro, que eu já acreditava ser uma ilusão, apertou com os seus estranhos dedos de metal um relaxado parafuso que no meu entender não fazia diferença nenhuma entre o carro estar parado ou em movimento.
- Funileiro duoef, nada sei sobre o passageiro. Peguei-o em uma rua próxima do Hospital Tsahto Solex. Pediu-me para trazê-lo à Rua Hesb e deixá-lo ir embora quando chegássemos à casa do belo xyddrar.
- Mas... Jew Srit nem o nome do passageiro...
Não tive mais tempo com o maticwa. Acelerou o automóvel. Deixou-me plantado na calçada. Plantado e acertador porque o carro que não era Jeep não era pertencente ao planeta Terra. Com a velocidade imposta a ele pelo maticwa o veículo se assemelhou a uma formiga que virou um baxatic.
E Jew Srit, bem, sobre esse liboririntáqueo ou sobre essa máquina não posso afirmar muita coisa porque para ser sincero nem me lembro direito da sua fisionomia. Pode até ser que ele fosse um aplicativo, uma extensão dos robôs triglotas ou um real robô triglota da YsaYxatic.
- Acho que este drunh de Insegogu somado a este acontecimento liboririntático entre filho e pai não seja menos do que um desejo fremente. -comuniquei aos meus dissertadores silêncios.
